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“Reforma Tributária” é tema de Discussão na ACIR

02/07/2018    |    12h47    |    Eventos    |             

Na última quinta-feira, 28 de junho, foi realizada uma discussão sobre “Reforma Tributária” promovida pela Associação Comercial e Empresarial de Rolândia – ACIR. Como condutor da noite, esteve presente o relator, professor, economista e Deputado Federal, Luiz Carlos Hauly (PSDB).
Estiveram presentes no evento associados ACIR, empresários da cidade, autoridades municipais e demais convidados. Conforme o relator, há meses ele passa por várias cidades para poder transmitir informações importantes quanto ao projeto proposto por ele e que está em discussão na Câmara dos Deputados. Ele também registrou o agradecimento pelo convite e pela oportunidade. “A reforma tributária que queremos simplifica o sistema atual, e precisa ser discutida” explicou o relator.
Segundo o Presidente da ACIR, Marcio Lopes de Carmo, é importante que todos tenham conhecimento quanto à questão do funcionamento de tributos aplicados no Brasil, para poderem reivindicar melhorias neste setor. “Por se tratar de um assunto tão importante e um pouco complexo a ACIR percebeu a necessidade de trazer o tema em discussão nesta noite”, explica.

Entenda mais sobre o projeto e a sua importância

Há décadas uma mudança completa nesse sistema tributário é discutida por outros representantes políticos, mas nada além de modificações mínimas saíram do papel até o momento atual (incrementos no ICMS, criação de contribuições no lugar de impostos, etc).
A Câmara dos Deputados está discutindo um projeto de reforma tributária que, se colocada em prática, diminuiria o número de impostos, aumentaria a tributação sobre renda, facilitando o consumo, e desoneraria, em partes, as camadas mais pobres da população.
Uma modificação no sistema tributário brasileiro é requisitada por várias classes sociais e setores distintos. Para os empresários, o modelo é excessivo e complexo, e contribui para a competitividade dos produtos brasileiros; especialistas em tributos afirmam que a estrutura, proporcionalmente, onera demais os mais pobres, contribuindo para a desigualdade social; e a população sente no bolso quando consome, já que tributamos muito mais o consumo do que a renda.

 

Texto: Nayara Afonso