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CODESE: O futuro de Rolândia começa aqui

21/05/2019    |    11h16    |    Dicas    |             

Por iniciativa de um grupo de empresários, Rolândia iniciou as atividades do CODESE (Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico).
O Conselho está sendo organizado nos moldes do Conselho de Desenvolvimento de Maringá, pioneiro na região Norte do Paraná e referência em todo o País. O projeto foi iniciado por alguns empresários da cidade em parceria com a ACIR (Associação Comercial e Empresarial de Rolândia). O movimento segue modelos de outras cidades do Estado que já possuem conselhos semelhantes em atuação, tais como Maringá e Foz do Iguaçu. Segundo Márcio Lopes do Carmo, presidente da ACIR, a intenção é pensar um projeto para o município em um prazo mais longo. “Os riscos com trocas de governo a cada quatro anos não podem continuar afetando os projetos em andamento na cidade. A função do conselho é de pensar o futuro de Rolândia para, além disso, ser o mantenedor dos projetos que surgirem ao longo do tempo”, afirmou Márcio Lopes.
A Associação está encabeçando a criação do conselho como um agente animador inicial. “Alguns empresários procuraram nossa entidade para formar um movimento que trabalhasse para melhoria dos serviços públicos. Como nós já tínhamos um planejamento neste mesmo sentido, estabelecemos um núcleo interino para dar andamento à formação do novo conselho enquanto uma diretoria formal não está estabelecida”, ressaltou o presidente da ACIR.
O CODESE quer um planejamento sólido e estruturado para Rolândia para os próximos anos e próximas décadas. Entre as funções do CODSE está a de apoiar os poderes Executivo e Legislativo ao acompanhar suas atividades, dando mais transparência para o que acontece no município.

Fonte: Folha de Londrina

CONSULTORIA


O processo de constituição do CODESE em Rolândia está em andamento desde abril de 2018. Tudo começou com reuniões para entender o funcionamento de outros conselhos semelhantes como o Codefoz (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Foz do Iguaçu) e o Condecam (Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico de Campo Mourão). Esses encontros foram feitos mensalmente com o apoio de uma consultora designada para conduzir o processo de implantação. Márcio Lopes do Carmo reforça que “está cedo para pensar em resultados, mas mesmo sem a oficialização, já temos demandas à vista e aceitação do poder público. Será benéfico para todos”. Na formação prevista para o CODESE, o prefeito ocupa a presidência de honra e os secretários municipais de Planejamento e Fazenda também farão parte, além de um representante da Câmara de Vereadores.
A consultora Márcia Santin, que está à frente do processo de implantação do Conselho, a explica que o movimento está em fase inicial. “O momento é de sensibilizar os participantes do funcionamento de um conselho, como outras cidades conduzem seus conselhos e o que deve ser pensado antes de
formar uma associação dessas em Rolândia”, salientou Márcia Santin. Um modelo jurídico sob qual conselho será estabelecido terá que ser definido – após a oficialização, uma lei municipal com regulamentação de estatuto e das câmaras técnicas que vão compor o CODESE deve ser enviada para a
Câmara de Vereadores para ser aprovada.
Márcia Santin esclarece que as câmaras setoriais serão o fórum para a representação mais ampla da sociedade. “As funções das câmaras temáticas serão definidas conforme as prioridades do município. Elas podem ser de educação, meio ambiente, segurança pública, economia e finanças, turismo, o que quer que seja definido como interessante para o município”, afirmou. Para a consultora, as câmaras trazem a representatividade e legitima o conselho: experiências anteriores, conforme seu relato, mostram que o engajamento dos cidadãos é o que há de mais forte. “Vai funcionar como
uma governança junto do poder público, e o Codese deve se tornar um guardião da continuidade dos vários projetos. A participação ampla é o que pode realmente trazer as mudanças desejadas”, resumiu Márcia Santin.

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